Growth é um processo, não um truque: hipótese, priorização, experimento, análise, aprendizado, e o ciclo recomeça. O que mata esse processo é a desorganização silenciosa, o teste A/B que ficou rodando semanas depois de atingir significância, o experimento vencedor que nunca virou implementação definitiva, o aprendizado que morreu na cabeça de quem analisou porque ninguém documentou. Um gerenciador de tarefas dá estrutura ao ciclo: o backlog de experimentos vira um projeto priorizado por score ICE, cada experimento carrega subtarefas fixas, hipótese, instrumentação, lançamento, análise, documentação, e um teste não é considerado encerrado com subtarefa aberta. As recorrências protegem a cadência, revisão do funil AARRR toda segunda, priorização toda terça, encerramento e documentação toda sexta, apresentação de aprendizados no dia 5. Os comentários guardam a discussão sobre cada hipótese e o resultado bruto junto do experimento, construindo o repositório de aprendizados que impede o time de testar a mesma coisa duas vezes.
O tududi é um software open source hospedado pela SDR Comunicação, focado em tarefas recorrentes e subtarefas. Este guia mostra como growth hackers podem aproveitar os recursos do serviço na prática.
Tarefas mais comuns de growth hackers
- Formular hipótese de experimento com métrica de sucesso definida
- Configurar teste A/B na página de signup
- Analisar funil de ativação e identificar o maior ponto de queda
- Documentar resultado do experimento encerrado no repositório de aprendizados
- Priorizar o backlog de experimentos pelo score ICE
- Montar segmento de usuários para a campanha de reativação
- Revisar instrumentação de eventos antes de lançar o teste
Cada atividade acima pode virar uma tarefa no tududi, com prazo, subtarefas e lembrete por e-mail.
O que automatizar com tarefas recorrentes
Para growth hackers, as recorrentes mais úteis costumam ser:
- Revisar métricas do funil AARRR toda segunda de manhã
- Rodar a reunião de priorização de experimentos toda terça
- Encerrar e documentar experimentos que atingiram significância toda sexta
- Apresentar aprendizados do mês para o time de produto no dia 5
- Auditar a instrumentação de eventos críticos a cada quinze dias
Crie a tarefa, defina o intervalo de repetição e adicione subtarefas. Ao concluir, o tududi gera a próxima automaticamente.
Organizar projetos e clientes
O tududi tem uma aba de Clientes que permite separar projetos por contratante. Para growth hackers, isso significa ter uma visão clara do que está em andamento para cada pessoa ou empresa, com prazos e lembretes por e-mail para cada projeto.
Checklist de fechamento de mês
Para growth hackers, um checklist de fechamento mensal pode incluir:
- Consolidar resultados dos experimentos encerrados no mês
- Atualizar o repositório de aprendizados com vencedores e perdedores
- Revisar o impacto acumulado nas métricas norte do trimestre
- Repriorizar o backlog de experimentos com os aprendizados novos
- Validar que os experimentos vencedores foram implementados de forma definitiva
No tududi, cada item é uma subtarefa de uma tarefa recorrente mensal. Ao concluir, o checklist inteiro volta automaticamente no mês seguinte.
Rotina semanal de growth hackers
- Revisar experimentos rodando e conferir coleta de dados
- Priorizar os próximos testes do backlog
- Analisar variações significativas nas métricas do funil
- Alinhar com produto e engenharia as dependências dos testes
Reserve 15 minutos toda segunda-feira para essa revisão. Leia o guia de revisão semanal em 15 minutos para montar esse hábito de forma prática.
Se você ainda usa planilha para controlar projetos e clientes, veja também como sair da planilha sem perder o histórico.
O tududi tem 7 dias de teste grátis sem cartão de crédito. O pagamento é por Pix, a R$ 19,99 por mês, sem variação cambial. Não é preciso instalar nada: é um serviço hospedado pronto para usar, sem configuração de servidor. Compatível com qualquer navegador, no computador ou no celular. Cancele quando quiser, sem fidelidade mínima e sem taxa de cancelamento.